Em apenas 4 meses, que é o tempo médio de duração programa de desenvolvimento, os resultados alcançados superaram todas nossas expectativas!

Alguns depoimentos de quem passou pela experiência:

  • Luciana Camuzzo - Piracicada/SP
  • Regina Pessoa - Brasília/DF
  • Malvina Sammarone - São Paulo/SP
  • Wagner Priante - São Paulo/SP
  • Pierre Lapalu - Curitiba/PR
  • Valéria Campos - Rio de Janeiro/RJ
  • Lula Ricardi - São Paulo/SP
  • Juvencio Vilhena - Salvador/BA
  • Meire Martins – São José dos Campos/SP
  • Tuti – Brasília/DF
  • Ianni Luna – Brasília/DF
  • Carolina Paz – criadora do programa
Muito feliz por participar do Trilha. Mais do que um caminho, ele tem sido um estado de reflexão e ação que, efetivamente, tem modificado minha visão e minha atitude em relação ao trabalho. Reflexão e ação que vão se estender para além do período efetivo do trabalho porque têm aberto questões que são para toda a vida. Também considero fundamental ver surgir e crescer um programa que enfrenta o tabu de se falar/agir sobre a profissionalização do artista, principalmente pelo acesso via web e seu potencial de expandir as fronteiras do campo por onde estas informações circulam.
Acredito que o Universo conspira a nosso favor e, não à toa, o Trilha chegou num ótimo momento, “coincidiu” com o ajuste do meu olhar para minhas escolhas, em especial, meu projeto de pensar, produzir e aprofundar em arte. Esta tomada de decisão tem sido fundamental para minha participação no grupo e dentro do atelier. Além disso as provocações, abordagens e o ritmo do Trilha trazem o gás necessário para me manter firme. Assim, tenho conseguido, todos os dias, trabalhar algumas horas no atelier além de manter um ritmo de leitura diária e tão importante para o meu desenvolvimento.
Trilha, me trouxe possibilidades infinitas de caminhos, com desvios e bifurcações… tentativas de me entender como artista, o que é meu trabalho, como é meu processo, quais meus limites e meus desafios… são tantos… e como superá-los? Perseguindo um encadeamento de perguntas e respostas sem fim! Está sendo uma experiência especial… Obrigada Carol!!
A vivência do Trilha tem sido um grande mergulho em minhas ideias do que é ser artista, do que é, pra mim, arte. Sem dúvida as provocações, as trocas de ideias no fórum e no grupo do Face, as leituras têm sido o motivador das minhas reflexões artísticas e pessoais nesses meses. Não foram poucas as vezes em que mencionei essa experiência do Trilha em conversas com amigos. Esse mergulho tem sido muito estimulante, gostoso mesmo; dá vontade de continuar e continuar. Ainda não sei se, ao final, chegarei ao “objetivo” proposto, mas certamente poderei dizer que depois do Trilha tenho novo olhar para o que faço, porque ocorreram mudanças positivas em meus pontos de vista, e as ações artísticas cotidianas têm agora outras cores, outras referências, outros horizontes. Ainda bem que confiei na minha intuição e fui participar dessa, mesmo num semestre tão atribulado!
Gostei bastante do Trilha, é um programa que dá base para muitas coisas que um artista precisa e que não se aprende em lugares de formação técnica ou mesmo conceitual. Dá ferramentas e dicas práticas para quem deseja e anseia ser artista. Também é uma oportunidade de conhecer e acompanhar trabalhos de artistas distantes geograficamente mas que podem ser aproximados pelo mesmo processo.
Foi uma decisão muito acertada participar do Trilha. Estou muito satisfeita com o meu crescimento dentro do Trilha e com as experiências que ele tem me proporcionado. O contato e a troca com outros artistas, de diferentes localidades, com vivências distintas, é muito rica pra mim, uma artista iniciante.
Achei muito útil e produtivo o Trilha. As temáticas e conteúdos apresentados, além dos debates, contribuíram para ampliar e aprofundar o repertório.
Com o Trilha sinto minhas raízes artísticas cavando a terra e me firmando nesse solo como se a ele tivesse sempre pertencido. O sentimento é de muita gratidão pelo acolhimento e pela expansão de meus horizontes como artista e como pessoa. O Trilha não é um atalho, é um caminho. E sigo caminhando.
Quando entrei para o Trilha, estava num turbilhão de trabalhos extras, dos quais embora façam parte da minha vida profissional, não conseguia tempo para pensar e produzir arte de forma atuante. Hoje, já consigo dedicar tempo exclusivo para isso, ainda tenho muitas coisas a colocar em ação, mas criar este tempo foi prioridade para início do ano de 2015.
O TRILHA representou um processo significativo de reflexão pessoal e profissional pra mim, funcionou como um estímulo pra eu entrar em ação e trabalhar de forma prática, organizada e consistente no meu amadurecimento como artista. O considero um ponto de partida importante numa longa caminhada de aprendizado e desenvolvimento no campo das artes. A principal mudança que percebo em relação ao início do programa é uma mudança de postura (me percebo mais ativo no contexto artístico) e de amadurecimento do meu olhar sobre os temas abordados no TRILHA. Além disso, percebo também um senso de responsabilidade maior da minha parte e mais consciência sobre a arte que eu faço e o artista que eu sou. Também me sinto mais seguro e tranquilo em relação a muitos pontos que antes, por falta de clareza e orientação, me provocavam ansiedade. Ainda tenho muitas perguntas e descobertas pela frente, acredito que preciso amadurecer mais e, principalmente, não deixar a auto-crítica e a resistência contaminarem e paralizarem meu processo criativo – o que ainda é um grande desafio pra mim. Mas, apesar disso, vejo com clareza um avanço. Quero e sei que posso ir ainda mais longe. :)
Consigo perceber uma mudança significativa em minha visão sobre arte e artistas e especialmente minha identidade como artista. Minha noção sobre o sistema de arte ampliou muito e me sinto mais confiante em relação a encontrar o meu lugar dentro dos cenários e contextos de arte em minha cidade, no Brasil e no mundo. Me sinto mais motivada ao trabalho emocional envolvido no fazer artístico como um todo e mais consciente de meu papel no meu próprio caminhar nessa direçao.
Desde o princípio, o Trilha era a realização de um forte desejo por compartilhar minha experiência e visão pessoais sobre o que é fazer arte, o que é ser artista e o que são as artes visuais contemporâneas com interessados de todo o país e não só da cidade de São Paulo, onde já realizava essa atividade há algum tempo. No lançamento do projeto, eu tinha o conhecimento, as ferramentas e a vontade de tornar esse programa uma realidade. O que eu não imaginava era o impacto que o Trilha teria na minha vida, nas minhas relações e no alargamento da minha visão sobre a arte e sobre o mundo. Através da troca de ideias e laços construídos nesses últimos meses com os artistas da primeira turma eu me transformei, meu pensamento se desdobrou, ampliou. Para mim, o Trilha tem sido uma experiência revolucionária. Sou profundamente grata a cada artista participante. Tudo tem sido muito mais especial do que eu podia imaginar quando dei o primeiro passo.

Avaliação do programa de desenvolvimento pessoal e profissional Trilha 2e1

Pesquisa realizada com as turmas que realizaram o programa em 2014.

  • Objetivos do programa para o participante
  • Análise e comentários gerais sobre a avaliação

  • mais clareza do artista que você é e a arte que você faz;
  • foco principal e energia constante sobre sua produção, seu processo criativo e que ele seja sustentável, viável;
  • dedicação de tempo e atenção à sua atuação profissional de forma consciente (circulação, exposição, comunicação etc) sem que os compromissos profissionais com “o mundo lá fora” coloquem sua produção como refém de demandas e prazos externos;
  • posicionamento crítico, ativo e consciente no sistema de arte e que você se mantenha atualizado sobre seus vários cenários. 

No geral os participantes atribuíram para si, na média, a nota 3.4 (entre 1 e 5). Isso significa que em quatro meses de programa, comparando a condição que iniciaram com a condição em que se encontram agora, com relação aos assuntos discutidos, os artistas membros consideram que estão “começando a mudar”. Lendo os comentários sobre essa autoavaliação, podemos notar que os artistas consideraram o maior comprometimento com o processo criativo como, talvez, o maior desafio e maior aprendizado durante o programa. Também apareceram comentários ligados a importância dos conteúdos do primeiro módulo do programa (focado em autoanálise e autoconsciência). Também foi considerada importante a aquisição de mais foco, clareza e ritmo sobre questões que antes, para a maioria, parecia confuso.

Confirmando o que já apontavam em suas autoavalições, os membros da primeira turma consideraram que os assuntos de seu maior interesse e que a forma como foram trabalhados no Trilha foram muito importantes para si, são: “Fazer arte e ser artista” e “Processo criativo e o dia a dia da produção no ateliê”. Ambos receberam, na média, nota 4.7 (entre 1 e 5). Os depoimentos a respeito reforçam a nota atribuída.

As expectativas gerais são da continuidade das discussões e da turma através da formação de um grupo de acompanhamento.

Com relação ao suporte técnico, a nota atribuída foi 4, significando “muito bom”. O entendimento geral é que o programa funcionou tecnicamente muito bem e o suporte praticamente não foi requisitado.

Sobre o trabalho da tutoria, feita por Carolina Paz, a nota obtida foi 4.5, indicando que foi considerado entre “muito bom” e “excelente” pela maioria. 

Avaliação do programa

A avaliação foi feita de forma a preservar o sigilo absoluto quanto a identidade de cada membro que respondeu ao questionário. Por isso ele foi realizado de forma anônima e sem identificação nas respostas.

  • 1- Autoavaliação
  • 2- Assunto mais importante
  • 3- Novas expectativas geradas
  • 4- Recursos do programa
  • 5- Suporte técnico
  • 6- Tutoria

Autoavaliação

Considerando como você estava a quatro meses atrás e como você está hoje, estabeleça uma nota de 1 a 5 (onde 1 “nada mudou”, 2 “mudou muito pouco”, 3 “começou a mudar”, 4 “a mudança está acontecendo com intensidade” e 5 “a mudança aconteceu e hoje tenho mais clareza do que sou e do que quero como artista”) e avalie sua curva de aprendizado no que se refere a:

a) Clareza sobre o artista que você é e a arte que você faz - Nota: 3.4

b) Foco e energia no processo criativo - Nota: 3.6

c) Atenção à sua atuação profissional - Nota: 3.5

d) Consciência sobre sua posição no sistema de arte - Nota: 3

Comentários dos participantes sobre sua autoavaliação

Antes do Trilha eu tinha muito menos consciência do quanto de labor existe no trabalho de um artista. Por mais que isso pareça óbvio, acabei percebendo ainda melhor o quanto é preciso incluir o processo no meu dia a dia - coisa que eu não tenho feito e que terei bastante trabalho pra conseguir.

Estava prestes a desistir do projeto ‘artista’ até encontrar o Trilha, as incertezas e fumaças eram muitas e não via um caminho que pudesse me orientar nessa empreitada. Com o Trilha consegui começar a entender meu processos criativo bem como minhas competências e necessidades. No momento atual, encontro-me imerso no processo, estudando muito as referências teóricas do Trilha e de outros cursos que faço junto ao 2e1, com projetos em curso na área e desfrutando do grande prazer que a prática artística me proporciona. Nesse exato momento não poderia ficar melhor. Agora é hora de amadurecer o aprendizado e dar continuidade às reflexões e práticas.

Antes do Trilha estava em um processo solitário, sem contato com o meio, a produção travava toda hora, me angustiava, até que chegou uma hora que disse chega! Vou no meu ritmo, acho que ainda vai levar algum tempo absorvendo tudo que ouvi aqui no Trilha, hoje estou mais em paz.

Desde 2010, quando fiz acompanhamento com Rubens Espírito Santo, eu já vinha trabalhando várias questões que foram colocadas aqui no Trilha. Mas a diferença que senti foi que antes havia muita “fumaça” e agora está mais claro alguns caminhos e a minha Trilha se mostra mais nítida e viável.

Sem dúvida a principal mudança é o foco na minha trajetória artística. O Trilha se apresentou como uma rotina semanal, daí foi me propondo ampliar essa rotina, até que construí a minha, diária, focado. Ou seja, o Trilha me ajudou muito a me disciplinar, tendo como base minhas possibilidades, minhas habilidades, meus gostos, meus objetivos. Também me percebo com os conceitos, a percepção sobre arte, sobre a arte que faço, mais alargados. As discussões colocaram-me diante de preconceitos que nem imaginava, e pude rever pontos de vista, posturas mesmo.

Eu estava meio encalhada em algumas questões que meu trabalho me apresentava e que eu estava (ainda estou um pouco) com medo de assumir e daí seguir em frente. Estou mais segura do que estou fazendo, tomei algumas decisões.

Mudou muito. Coloquei o foco na minha produção dentro do atelier. Me sinto mais conectada com a arte no meu dia a dia. Redescobri minha biblioteca e fiz assinaturas de periódicos que vinha protelando. Embora ainda não tenha conquistado uma prática ideal com relação ao planejamento e plano de carreira vejo ambos como relevantes para uma visão a longo prazo. Talvez, por isso, o ultimo módulo sobre cenários, me causou apreensão e desconforto. Mas sem dúvida, o saldo é positivo.

Trilha me fez (e ainda está fazendo) pensar, refletir o que fiz até hoje como artista e o que pretendo daqui para frente. Quantos tropeços, erros, cometi. Quantas oportunidades perdidas, por falta de conhecimento, reflexão, foco. Não é um lamento, mas sim um belo de um tranco, um “balde de agua fria” para acordar para a realidade do que sou e do que faço, onde estou e aonde quero chegar.

Assunto mais importante

Sobre seu grau de interesse em cada tema, estabeleça uma nota de 1 a 5 (onde 1 “nenhum interesse”, 2 “pouco interesse”, 3 “tenho interesse”, 4 “tenho muito interesse” e 5 “tenho muito interesse e a forma como trabalhamos no Trilha foi muito importante para mim”):

a) Sobre fazer arte e ser artistaNota: 4.7

b) Processo criativo e o dia a dia da produção no ateliê - Nota: 4.7

c) Atuação profissionalNota: 4.1

d) Sistema de arte - Nota: 3.2

Comentários dos participantes sobre os assuntos

Difícil apontar o que foi mais marcante, mas pela novidade, pelo envolvimento provocado, acho que foram os temas do Módulo ‘Eu, artista’.

O tema mais importante foi o foco no processo criativo, no trabalho diário com minhas pesquisas, tendo consciência de que nesse processo não tem regra, mas há sim métodos, procedimentos, ritos, que podem auxiliar e muito. Foi muito importante a Carolina insistir nisso: a base, o ponto de partida é SEMPRE o processo criativo mirando o trabalho artístico.

O Módulo ‘Eu, artista’ foi bem intenso para mim, foi um momento de reflexão bastante importante (esse foi o módulo que mais escrevi no meu caderno). E todas as vezes que discutimos sobre processos criativos foram importantes para mim. Gostei muito das questões e provocações, elas me ajudavam a refletir sobre o tema proposto.

Adorei todos os temas, mas particularmente os que tratam do Processo Criativo e da Atuação Profissional foram especiais. O primeiro me fez ver a importância da disciplina, da leitura e de viver em conexão com a arte e o segundo me ajudou a repensar minha postura e a encarar arte como uma profissão cheia de possibilidades.

Novas expectativas geradas

Acho que os acompanhamentos online (que foram incluídos) são essenciais. Como o curso é a distância, ter essa aproximação dá uma força bem maior para o Trilha. Nesse caso, quanto mais, melhor.

Ainda estou digerindo todo o conteúdo tratado no Trilha, o que gostaria e pretendo é dar continuidade a este vínculo com o Ateliê 2e1 e ser aceito pela Carolina no Acompanhamento de Processo.

Quero continuar a receber mais conteúdo sobre Processo Criativo.

Sim, agora tenho expectativa de trocar mais ideias sobre o que tenho produzido nas minhas rotinas. Começo a perceber como pode ser legal discutir sobre o meu processo com alguém que é também artista, e tem um olhar crítico, sem ser destrutivo. Sei que ainda teremos alguns encontros no Trilha sobre acompanhamentos e quero ver se consigo aproveitar mais (no encontro que pude participar, gostei das conversas que rolaram). Gostaria de aprofundar um pouco mais a discussão sobre o público, o papel dele para que a arte exista, como podemos “chamar” o público para os trabalhos de artes visuais, como estabelecer mais trocas de mão dupla nessa relação.

Gostaria de saber se mesmo encerrado o programa ainda terei acesso aos videos, para rever uma série de questões (inclusive não terminei duas unidades).

Recursos do programa

Avalie os conteúdos e ferramentas do programa, estabeleça uma nota de 1 a 5 (onde 1 “insatisfatório”, 2 “pouco satisfatório”, 3 “satisfatório”, 4 “muito bom” e 5 “excelente”):

a) Conteúdos em vídeoNota: 4.1

b) Folha de questões e provocaçõesNota: 4.5

c) Grupo de discussão no FacebookNota: 3.9

d) EmailsNota: 4.1

Comentários sobre o fórum: devido ao pouco uso da ferramenta, esta foi descontinuada nas novas turmas.

Suporte técnico

Estabeleça uma nota de 1 a 5 (onde 1 “insatisfatório”, 2 “pouco satisfatório”, 3 “satisfatório”, 4 “muito bom” e 5 “excelente”):

AvaliaçãoNota: 4

Tutoria

Estabeleça uma nota de 1 a 5 (onde 1 “insatisfatório”, 2 “pouco satisfatório”, 3 “satisfatório”, 4 “muito bom” e 5 “excelente”):

Avaliação - Nota: 4.5

Comentários sobre a tutoria:

Somente tenho agradecimentos a toda a equipe do 2e1 e, em especial, à querida Carolina que, com rigor e afeto nos conduziu nessa jornada. Muito, mas muito obrigado mesmo.

A Carolina foi superprofissional, dedicada, sincera, disponível. Ela fala tão bem, é tão desenvolta nos seus comentários orais...

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